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Estamos de acordo.

Vaquejada, tourada, rodeio. Tudo isso é tortura. Exploração. Crueldade.

Mas e os animais confinados abatidos para alimentação?

No box de atordoamento, o animal recebe um tiro com pistola de pressão – ou um dardo que perfura o cérebro – e desmaia.

A partir daí, para que não corra o risco de acordar, o boi deve ser morto em no máximo três minutos.

Uma portinhola se abre e o animal cai desacordado numa espécie de esteira, sendo içado pelas patas para ficar com o pescoço para baixo.

Primeiro, recebe um corte na pele do pescoço. Depois, o matador estica o braço e atinge a jugular: o boi está oficialmente morto.

Por três minutos, seus 20 litros de sangue escorrem numa canaleta e então começa o desmonte do boi.

Os chifres são serrados, as patas e o rabo são cortados, o couro é retirado e o abdômen é aberto para que as vísceras sejam separadas.

Por fim, a carcaça é colocada numa câmara de resfriamento para tirar a acidez da carne – o estresse pré-morte libera ácido láctico que endurece a carne.

Isso causa menos sofrimento do que ter o rabo puxado numa arena?

Qual a diferença?

Sabendo o que se sabe sobre o que os animais passam para chegar às nossas mesas, não se pode alegar ignorância sem constrangimento.

Informe-se, repense seu consumo. Reflita. Mude. Dê o primeiro passo. Elimine a crueldade do seu dia a dia. Um dia por semana pode fazer um mundo de diferença.

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