Chama-se Arthur porque estava vagando na estação do metrô Arthur Alvim quando, do nada, sua dona o encontrou. Ele, então, ganhou um lar. Tem o hábito de se apossar da cama da sua mãe e depois abana o rabo com cara de “eu amo ficar aqui… não briga comigo, não!” Tem ataques de felicidade diante de biscoito de maisena. Não pode comer, mas adora.